quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Dimitri Vegas & Like Mine desembarcam no Brasil

Os belgas Dimitri e Mike se apresentam em nove cidades brasileiras, entre 28 de dezembro e 12 de janeiro. Foto: Divulgação Os belgas Dimitri e Mike se apresentam em nove cidades brasileiras, entre 28 de dezembro e 12 de janeiro Desembarcam no Brasil no dia 27 de dezembro uma das duplas de DJs mais badaladas do momento: os irmãos Dimitri Vegas e Like Mine. Os belgas Dimitri e Mike se apresentam em nove cidades brasileiras, entre 28 de dezembro e 12 de janeiro. Búzios, Porto Seguro, Rio de Janeiro e Florianópolis são algumas das cidades por onde eles vão passar. Logo no dia 4 de janeiro, sexta feira, a dupla vai comandar a festa de lançamento do festival Kaballah Circus, que em 2013 comemora 10 anos. O evento acontece no clube Sirena, em Maresias, litoral norte de São Paulo.
Essa já é a segunda vez em que a os dois se apresentam por aqui. Em setembro deste ano o duo se passou por São Paulo, Balneário Camboriú e na cidade de Cascavel, no Paraná. Enquanto Dimitri comanda a seleção musical e as mixagens, Mike é o homem do microfone. Ele canta e faz rimas sempre surpreendendo o público. Seus remixes também fazem muito sucesso e a dupla já contabiliza um verdadeiro hall da fama de colaboradores - Snopp Dogg, Lady Gaga, Jennifer Lopez, Tiësto, Axwell, Steve Angello, Laidback Luke e Afrojack, entre outros. Os irmãos são residentes da também belga Tomorrowland, maior festival de música eletrônica do mundo, cujos temas de 2011 e 2012 foram criados por eles. Este ano, o festival que reuniu 180 mil pessoas na maior edição de sua história rendeu à dupla o título de "Reis do Tomorrowland".

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

DJs com carreiras paralelas dão dicas de sobrevivência.

Davis é advogado e Marcos cirurgião plástico. Ambos também são DJs bem-sucedidos Foto: Divulgação . . . . A figura do Disc Jóquei já existe há tempos e nos últimos anos está ganhando mais espaço, mercado e adeptos. Mas no Brasil a profissão de DJ não é regulamentada. Sem se preocupar com o debate pela regulamentação da profissão - que há anos se arrasta na Câmara dos Deputados - muitos discotecários se desdobram para se manter com carreiras paralelas. É o caso de Davis Genuíno. Durante o dia, ele é o Dr. Davis, advogado. À noite, assume o papel do DJ Davis. As duas carreiras são estáveis e bem sucedidas. Davis é sócio de um escritório especializado em direito empresarial e é também residente de um dos clubes noturnos mais famosos do país, o D.EDGE, em São Paulo. E não é só isso. Davis é produtor musical e empresário. Ele está abrindo o próprio selo - pelo qual vai lançar o EP do projeto The Drone Lovers - e está prestes a inaugurar um bar/estúdio em São Paulo. Marco Mastrandonakis tem história parecida. Marco é dono de uma clínica de cirurgia plástica e faz parte também do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Como DJ, ele é residente do Clash - famoso clube paulistano de música eletrônica. Marco conta que encontrou uma maneira de conciliar as duas profissões: pilotar as pickups para arrecadar fundos e viabilizar cirurgias para crianças com deformidades craniofaciais graves. Mas ele também escolhe um set list para ouvir durante as cirurgias: "Para lipoaspiração grande ouço Prog-Dance. Em cirurgias mais minuciosas como as do rosto, gosto de ouvir Indie ou Deep House. Ajuda na concentração", explica. Tanto Marco quanto Davis concordam num mesmo ponto: para dar conta de tantas responsabilidades é preciso ter o suporte de uma boa equipe. E Davis acrescenta: "o cuidado com a saúde é fundamental. É preciso muita disposição para fazer tudo". Disposição e comprometimento: "Se for levar a profissão de DJ a sério, respeite os colegas e o mercado. Não desvalorize a profissão. Tem muita gente entrando querendo ser DJ por diversão e não há nada de errado nisso. Porém, não tente atuar como amador em um mercado de profissionais. Tem muita gente que vive exclusivamente de música e você tem que admirá-las e respeitá-las para conseguir também seu próprio reconhecimento." diz Davis. fonte: http://musica.terra.com.br

Djs brasileiros substituem Will.i.am em shows de Madonna no Brasil

Madonna desembarca neste fim de semana aqui no Brasil para os shows que fará com a turnê MDNA e a apresentação da diva do pop vai contar com reforços. Substituindo Will.i.am, que faria o show de abertura, mas cancelou sua vinda por conta de conflito de agendas, estão os DJs Felguk e Gui Boratto. Eles se apresentarão no Rio de Janeiro e em São Paulo, respectivamente.
O show deve ter duas horas e será repleto de recriações dos maiores clássicos da Madonna, incluindo "Express Yourself" e "Like A Prayer", junto de diversas músicas novas do álbum "MDNA".

domingo, 25 de novembro de 2012

DJ revela que música do Brasil transformou seu modo de tocar.

O israelense Erez Ben Ishai é a grande atração da FUN Grindr XTRA / Tel Aviv Gay Vibe, que rola neste sábado 17 na Victoria Haus. O DJ é residente da turnê que passará por oito capitais do Brasil para promover o aplicativo e o programa de turismo da Embaixada de Israel. O ParouTudo conversou com Erez Ben para descobrir como está sendo sua temporada no Brasil. Temporada, aliás, pra lá de demorada e prazerosa. O israelense já está em solo brasileiro há algum tempo e, na entrevista abaixo, mostra ser encantado pelo povo e música brasileira. Leia!
Você está no Brasil há algum tempo. O que você mais gosta do nosso País? Comecei a trabalhar no Brasil há dois anos e todos meus amigos dizem que já me tornei “meio brasileiro”. Me sinto muito ligado ao País. A única coisa que sempre me surpreende aqui é o fato das pessoas serem felizes com o que tem. Você pode ir para qualquer cidade no Brasil e verá pessoas com grandes dificuldades. Mesmo assim, elas estão sempre com uma boa energia e pensamento positivo sobre a vida. Especialmente quando se trata de música. Já estive em vários lugares em minha vida e os brasileiros sabem fazer as melhores festas. O Brasil, seus ritmos e músicas estão no set do DJ Erez Ben Ishai? Nosso país influência seu trabalho? Você não imagina o quanto! Quando vim pela primeira vez, meu som era house tech e mininal. Depois de todo tempo que passei aqui, conheci muito o som do Brasil. Talvez melhor do que qualquer outro DJ internacional, aliás. Quando venho ao Brasil ou qualquer outro país para trabalhar, sempre procuro festas undergrounds e vou sozinho para ouvir os diferentes estilos de música. É a melhor maneira de entender o som e conhecer a vibe que o público está procurando. Essa será sua segunda vez na Victoria Haus. A primeira aconteceu em dezembro, na Na Tal da Fun. Algo te marcou naquela noite? Tem boas lembranças da sua passagem pelo Brasil? Brasília foi uma das melhores festas que toquei no Brasil e estou muito feliz por estar de volta. Fernando Toledo é um dos melhores produtores que já trabalhei e uma dos poucos que trabalham para fazer as pessoas felizes e não somente porque querem ganhar dinheiro. Muito bom ter o Grindr e o projeto de turismo juntos. Tenho certeza que será perfeito!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

'' Londres une todos estilos da música, diz DJ Marky''

Recém chegado de mais uma de suas turnês internacionais, DJ Marky volta ao Brasil cheio de novidades, depois de quase dois meses entre países da Europa e Ásia. Entre as cidades escolhidas, Londres não poderia estar de fora, isso porque Marky considera como a sua base em turnês.
A capital inglesa, além de berço do Drum and Bass e referência da cena eletrônica internacional, é o lugar onde o DJ estourou para o mundo. Marky conta que desde a primeira vez que pisou na terra da rainha sentiu como se a sua cabeça abrisse para a música: "Desde 1991 Londres mudou a minha vida. Foi lá que comecei a gostar de jazz de vários cantos do mundo, de reggae, de música latina. E é lá onde todos os estilos acabam se encontrando". Enquanto estava na Europa, Marky tocou na Alemanha, em Berlim e Hamburgo, e na Inglaterra em Leeds, Manchester, Nottingham, Birmingham, Cambridge, entre outras cidades. Ao partir para a Ásia, o mestre das pickups passou por Bangkok, Hong Kong e sua amada Tóquio. Marky é político quando se trata de eleger a melhor gig: "Reencontrar amigos e tocar para pessoas que realmente amam a música DnB, torna muito difícil escolher". Mas depois confessa: "Essa foi a 11ª que toco na Womb em Tóquio e é sempre sem palavras! Também adorei participar da Warehouse Project, em Manchester. Lá, duas vezes por semana, eles organizam uma festa incrível num estacionamento gigante e que acontece de outubro a janeiro", explica. Outro lugar marcante em suas turnês é a Fabric em Londres: "A coisa mais incrível da Fabric é a diversidade. Cada dia toca um estilo e todas as noites bombam. Marky é um dos badalados residentes há mais de quatro anos e se apresenta a cada 2 meses. O lendário clube inglês é famoso pelo tamanho - são 3 pistas gigantes - e por ser referência em boa música eletrônica que inspira clubes de todo o mundo.